Acontecimentos de uma mente saturada II – GRID, Metropolis Street Racer e World Circuit!

Corrida. Depois de matar gente por toda as partes do mundo, no Modern Warfare 2, resolvi afiar meus dons de Alain Prost (eu sempre admirei o estilo de pilotagem do francês!). E, para isso, o primeiro jogo escolhido foi o GRID.
Escolhi este jogo vendo o álbum do orkut de um conhecido meu: este conhecido tinha uma foto do Forza rodando em seu recem adquirido Xbox 360. No caption, ele diz que Grid nem chega aos pés deste jogo.
Bom, não tem Forza pra Pc, logo, vai o que tem mesmo. Após conseguir o jogo e me aventurar por alguns minutos, tenho uma sensação estranha. Será que é impressão minha, ou já joguei algumas partes deste jogo antes?

Eu já passei por aqui !
Eu já passei por aqui !

Sim e não. Estas partes presentes em minha memória faziam parte do jogo Metropolis Street Racer, do Dreamcast. Os dois jogos retratam fielmente partes de São Francisco, e até os circuitos são parecidos. Bem, a verdade é que fiquei assustado com a qualidade do jogo do Dreamcast: para eu reconhecer a cidade daquela maneira, o trabalho do jogo do Dc foi bem feito. Poxa, o jogo era de 2002! Alem deste jogo, o Grid tem momentos de Test Drive Le Mans, outro jogaço do Dreamcast, já que temos fase especial neste circuito. Tanto que jogo o Grid no controle do DC.

Metropolis Street Racer. Jura que o DC fazia isso a 9 anos atrás ? Fantástico !

O primeiro simulador de corrida que joguei foi o World Circuit. Só um bom tempo depois que conheci o Indy 500, que retratava a física dos carros da Indy muito bem e era de 1989. Só que, mesmo assim, este jogo tinha só um circuito. Interessante era sua mescla de modelagem rudimentar com poligonos ( os carros) e sprites. Para o ano de criação, era fantástico.
Mas, o World Circuit. Também conhecido como Grand Prix, ou Gprix para os mais íntimos. Este jogo é um marco na simulação de formula 1. Em 1992, você se sentia como o Senna, regulando o cambio em Monaco com 6 marchas, aumentando a asa do carro e tal. A pista possuía texturas, algo impressionante para a época. Embora os nomes não estavam lá, todas as equipes e pilotos estavam. Qualquer fanático por F1, como eu (com 11 anos!), saberia renomear todo o jogo para os nomes oficiais. E as pistas… Sem exagero, quando estava pilotando em Spa, na Belgica, pelo Grid, logo veio a lembrança: eu, pilotando o pior carro do grid, passei o Senna aqui. Emoções que só o World Circuit poderia me oferecer.

 

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