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Pois bem, eles chegaram.Os tablets chineses com o Android 4.0, o Ice Cream Sandwich.

A empresa Ainol (que, estranhamente, em seu site, se chamam ainovo) lançou, no início de 2011, o tablet Ainol Novo 8. Este era diferente de grande parte dos produtos chineses, por seu bom acabamento, durabilidade da bateria, com menos bugs que a concorrência. No meio do ano, foi lançado o fantástico Ainol Novo 7 Advanced, com o processador Adopts A10 (com a GPU Mali 400, presente nos smartphones top com Android), 512 MB de RAM, tela capacitiva com 5 pontos, duas câmeras. Um ótimo tablet, como podemos ver no review abaixo: (more…)

Este ano, preciso realizar meu trabalho de conclusão de curso – TCC. Todos que já fizeram um TCC, ou mesmo um trabalho de pesquisa, sabe a quantidade de papel que é utilizada, seja em material copiado, rascunhos, anotações, etc.

Para todo o trabalho de rascunho e anotações, boa parte posso fazer em um PC ou netbook. Porém, procurava um dispositivo para ler alguma coisa, não para leituras longas, mas sim para rápidas leituras, bem como uma tela para servir como um livro, isto é, mostrar os textos para serem digitados. Claro, poderia imprimir todos os textos, mas pretendo economizar neste quesito.

Levantei todas as possibilides. Pensei em não comprar nada e utilizar o netbook para isto, mas não consigo ler nem por 5 minutos no netbook. Pensei em utilizar um segundo monitor, e isto até resolve quando estou em casa; porém, na faculdade, é impossível. Analisei tablets, inclusive iPad. Pensei seriamente em comprar um Kindle; porém, todos os reviews dizem que ele não é o aparelho ideal para leitura de PDF’s, principalmente os PDF’s sem reconhecimento de caracter. E acabei decidindo pelo Flytouch 2.

Porque o Flytouch2 ? (more…)

Sempre que compro um smartphone, me preocupo com a possibilidade de fazer tether, ou seja, compartilhar a sua conexão com outros aparelhos. As opções são diversas, entre compartilhar a conexão por cabo, bluetooth e, se possível, wifi. Em um aparelho com Android 1.5, nenhuma destas opções sao nativas. Porem, através do market, existem varias opções. E eu escolhi o Barnacle Wifi Tether.
Existem várias opções: os programas pagos Easy Tether e o conhecido PdaNet. Os gratuitos Barnacle e o Android Wifi, que necessita, alem do root, uma rom especial. E o trabalhoso Proxoid, que permite a conexão atraves do Sdk de desenvolvimento. Nota: comecei a escrever este post a uma semana. Neste momento, descobri ainda outra maneira de se criar uma conexão para utilizar o celular com Android como modem, utilizando o programa chamado Azilink e criando uma conexão VPN. Mas é muito, muito trabalhoso, e provavelmente só funcionaria em Linux.

Barnacle Wifi Tether - Tela Inicial

Barnacle Wifi Tether - Tela Inicial

O Barnacle me atraiu, por alguns fatores:

  • Eu já havia feito o root. E acredito que isto seja obrigatório em um aparelho com Android. Como o jailbreak para iPhones.
  • O Barnacle não precisa de uma rom especial. Como esta rom não existe para o Quench, isso me invibializa o Android Wifi Tether.
  • Não preciso gastar com drivers e programas, como o PdaNet ou o Easy Tether. Nem ter as restrições do Proxoid (que é somente um proxy http, não permite outros tipos de conexões).
  • Eu realmente queria um tether por wifi.

Muitos usuários de Symbian devem se lembrar do Joikuspot. O Barnacle Wifi Tether, é, na prática, uma versão gratuita deste poderoso soft. Mas ele ainda não está estável: nas primeiras semanas de Quench, ele simplesmente não funcionava, nem dava nenhuma indicação do não funcionamento (o log não acusava erros). Somente nesta última semana que houve uma atulização, e ele passou a funcionar, com algumas ressalvas, como a rede sem proteção (tentativa de proteger a rede com senha, falha), a opção Skip wpa-supplicant DEVE ser marcada, e, algumas vezes, algo falha (principalmente se estiver ativado o DHCP. É interessante definir manualmente os ips, lembrando que o primeiro ip deverá ser 192.168.5.100, para poder usar o Barnacle).

Menu de Configurações - Barnace Wifi Tether

Menu de Configurações - Barnace Wifi Tether

A opção Custon Wifi Ad-hoc serve para definir o telefone que o programa está rodando, em alguns casos especiais (HTC Eris ou Samsung). Na maioria dos telefones, deve ficar desmarcada.

Barnacle Wifi Tether - Rede ativa

Barnacle Wifi Tether - Rede ativa

Esta tela mostra uma conexão ativa, com o log relativo e, também, os eventos atuais (como a conexão de um novo dispositivo na rede). As falhas aparecem em vermelho.

Barnacle Wifi Tether - Clientes

Barnacle Wifi Tether - Clientes

Nesta tela, vemos os MAC dos clientes conectados. Infelizmente, como a proteção de rede não funcionou comigo, esta tela é a minha melhor amiga: aqui posso ver se conexões indesejáveis estão online. A tela traffic mostra o tráfico atual.

Em meus testes, consegui ficar com até 3 dispositivos conectados ao mesmo tempo, sem nenhum problema e com uma velocidade razoáve em todos os clientes (claro que a velocidade é limitada pela qualidade de conexão da sua operadora). Um teste interessante aconteceu hoje, na faculdade, onde eu estava, no meu netbook rodando Linux, dando um apt-get para instalar um aplicativo, e um amigo conectou em minha rede utilizando o iPhone. Os dois navegamos em velocidades boas, e eu loguei no iPhone via SSH, e tudo funcionou perfeitamente. Em nenhum momento a conexão caiu ou deu algum tipo de problema.

Se você têm um aparelho Android com root instalado, e não quer ter problemas com a instalação de uma rom especial, eu recomendo o Barnacle Wifi Tether. É muito simples de ser operado, e os resultados são excelentes!

O que é o Root do Android ?

Publicado: julho 28, 2010 em Android
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Root! E das grandes!

Root. Em inglês, raiz, como esta que está ao lado. Têm vários significados além de raiz. Pode ser um programa desenvolvido pelo CERN para avaliar dados. Pode ser uma vila da Suíça. E pode ser também, uma palavra praticamente desconhecida por compradores de um telefone com Android, mas que vêm sendo utilizada, mesmo sem o seu conhecimento.

Então vamos lá, explicar o que é este tal de root (não como fazer, pois cada telefone têm a sua maneira.). O sistema operacional Android é baseado no kernel do Linux, portanto, possui a mesma estrutura em relação a usuários. Um usuário comum do Linux, ao contrário do que acontece no Windows, não têm acesso a todo o sistema. Ele possui acesso a seu diretório, dentro do /home do sistema. Para fazer tarefas como apagar programas, editar arquivos de configuração, é necessário utilizar o super usuário, também conhecido como root. Só que este super usuário veio desabilitado no Android.

Embora as maneiras sejam específicas para as plataformas diversas, o resultado alcançado é o mesmo: o diretório do sistema recebe a permissão read/write (R/W, ou, em português, ler e gravar) e o programa su, que serve, no kernel do Linux, para chamar o superusuário, é criado. Mas, alguns critérios devem ser preenchidos:

  • a rom do aparelho deve ter o usuário su. As primeiras roms do Motorola Quench, da Tim, não tinham este usuário (versão .183). Se logássemos com o SDK do Android, e o telefone de modo de depuração USB, o comando su não executaria. Para saber se seu telefone suporta o root, é só rodar o programa Instant Root. Ele dá uma mensagem, que avisa se o super usuário está presente, ou não.
  • Exige um pouco de conhecimento do usuário com linha de comando. O root está ficando como o jailbreak do iPhone, cada vez mais sendo facilitado. Hoje, já existem os one-click-root, com arquivos de batelada que fazem todo o serviço. Mas, para hardwares mais antigos, ainda teremos que apelar para a linha de comando.

Mas, porquê fazer root? Os benefícios são muitos: poder apagar aplicativos inúteis que vêm instalados na firmware original (inclusive, se tiver paciência, customizações de operadora. Pena que isso não funciona, ainda, para apagar o Motoblur). Instalar aplicativos que pedem permissão (para tirar um screenshot, no Android, você DEVE ser root!).

Hum … e se algo der errado?

Embora é difícil, pode acontecer. Neste caso, não é necessário entrar em pânico: basta baixar o firmware do seu aparelho e passar para o seu aparelho. Usuários da Morotola podem procurar o programa RSD-Lite para tal. Esperamos que isto não aconteça, mas sim, é um risco.

E, para encerrar … E minha opinião?

Se você têm um telefone com Android, e ainda não fêz o root, está perdendo tempo. Aplicativos que custam caro em outras plataformas (como tether por wifi!) ficarão disponíveis, de graça, e com funcionamento perfeito. O telefone fica, hum … Totalmente excelente!

 

Motorola Quench: O Android mais acessível da Motorola

Meu espírito de pessoa conectada e, ligeiramente viciada em aparelhos eletrônicos não aguentou ficar com um mesmo celular por mais de 1 ano: comprei o Motorola Quench. Então, irei falar um pouco dele aqui. 

Unboxing não dá pra fazer, já que eu abri o mesmo no momento da compra ;) . Por R$900,00, comprado em uma loja da Tim, desbloqueado e sem fidelização, achei o aparelho um bom negócio. Poderia pagar um pouco mais barato caso comprasse no Mercado Livre, só que eu não gosto de fazer compras lá.
Recentemente, estava utilizando o meu E71 cada vez menos como smartphone. O amadurecimento do iOS como plataforma móvel, com os seus defeitos sendo, a cada atualização do sistema, resolvidos, não existia mais a necessidade de utilizar o E71 para auxiliar em minhas tarefas. Em todas as atividades que eu exercia em aparelhos móveis, ou eu fazia com o iPod, em território com Wifi ou offline, ou não fazia. O maior uso do E71 era ler o meu fórum preferido da NBA.