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Programas que mais uso no Android

Publicado: junho 24, 2012 em Android
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Como relatado anteriormente, troquei recentemente de celular e, consequentemente, de sistema operacional. Após passar oito meses longe do Android, me surpreendi com a qualidade de alguns programas que não conhecia anteriormente. Mesmo sendo a versão 2.3, senti uma grande maturidade dos programas e diversas opções que me deixaram feliz. Aqui vai uma pequena lista de programas que ando utilizando constantemente.
K-9 Mail: Por razões profissionais, necessito sincronizar duas contas de mail no meu aparelho. Para a minha conta pessoal, uso o Gmail e, embora a segunda conta utilize os servidores do Google (sendo assim compatíveis com o Gmail) instalei este programa para gerenciá-la.

O K9 é um programa bem robusto e simples. Não possui as opções de visualização em colunas como os clientes mais atuais, e como o visualizador de mail do iPad, por exemplo.

Ele não possui widget: para poder utilizar um, deve-se instalar o MailListWidget for K9, para poder visualizar os mails em uma das áreas de trabalho. Este widget é configurável, porém existe um bug chato: se você abrir um mail recebido através do programa, o widget continua marcando este mail como não lido.

Para quem precisa de gerenciar várias contas de mail e quer widgets específicos, ele é uma boa pedida.

Widget Data Enabler: Um widget extremamente simples, para ativar ou desativar a conexão de dados. Interessante para quem, como eu, precisa ter cuidado para não estourar o plano de dados!

My Data Manager: Um programa para gerenciar a quantidade de dados utilizados no aparelho. O que é extremamente interessante é que ele cola um visualizador configurável na barra superior.

Você pode configurar o seu plano de dados nela, e pode visualizar a quantidade de dados gasto durante o seu mês. Também pode controlar a quantidade de dados, instalar alarmes, e visualizar quais são os programas que mais gastam dados. Através deste programa, eu descobri que gastei praticamente 4GB de dados via Wifi, o que me deixou impressionado ;)

SVOX Classis TTS: Vantagens de se comprar o SVOX para utilizar como TTS:

  • Fala o nome (ou o número se não está na agenda) de quem está te ligando;
  • Fala o nome das ruas ao utilizar o Google Maps;
  • Lê E-books;

A lista de programa compatíveis com o SVOX pode ser encontrada aqui.

 

Nota: eu publiquei este review, originalmente, no fórum PdaBR. Como não postava nada aqui, a tempos, resolvi aproveitar o texto, acrescentar alguns detalhes, e fazer a publicação aqui.

Bem, eu era um feliz dono de um Nokia N8. Feliz mesmo, a ponto de não ver outro aparelho no mercado que fizesse a mesma coisa que ele. Até que ele sofreu um pequeno acidente, e o botão Power ficou meio enroscado. Claro, custa uns R$100 uma carcaça nova, e eu posso fazer o serviço. Mas eu fiquei completamente chateado pelo acidente (que não aconteceu com o aparelho em minhas mãos), então não conseguia mais olhar para o mesmo.

Como estou me preparando para casar, não tenho tanto dinheiro para gastar com um aparelho. E, também, não queria comprar um aparelho usado, queria um aparelho novo. Fui até a loja da Tim e encontrei o Galaxy S2 Lite, por 1000 reais (aparece por até 800 reais em lojas online, mas eu não queria MESMO comprar pela internet, pois tive outro acidente, desta vez com os correios, e isto me deixou ainda mais chateado!). Então vou dividir algumas opiniões com o pessoal.
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Pois bem, eles chegaram.Os tablets chineses com o Android 4.0, o Ice Cream Sandwich.

A empresa Ainol (que, estranhamente, em seu site, se chamam ainovo) lançou, no início de 2011, o tablet Ainol Novo 8. Este era diferente de grande parte dos produtos chineses, por seu bom acabamento, durabilidade da bateria, com menos bugs que a concorrência. No meio do ano, foi lançado o fantástico Ainol Novo 7 Advanced, com o processador Adopts A10 (com a GPU Mali 400, presente nos smartphones top com Android), 512 MB de RAM, tela capacitiva com 5 pontos, duas câmeras. Um ótimo tablet, como podemos ver no review abaixo: (more…)

Este ano, preciso realizar meu trabalho de conclusão de curso – TCC. Todos que já fizeram um TCC, ou mesmo um trabalho de pesquisa, sabe a quantidade de papel que é utilizada, seja em material copiado, rascunhos, anotações, etc.

Para todo o trabalho de rascunho e anotações, boa parte posso fazer em um PC ou netbook. Porém, procurava um dispositivo para ler alguma coisa, não para leituras longas, mas sim para rápidas leituras, bem como uma tela para servir como um livro, isto é, mostrar os textos para serem digitados. Claro, poderia imprimir todos os textos, mas pretendo economizar neste quesito.

Levantei todas as possibilides. Pensei em não comprar nada e utilizar o netbook para isto, mas não consigo ler nem por 5 minutos no netbook. Pensei em utilizar um segundo monitor, e isto até resolve quando estou em casa; porém, na faculdade, é impossível. Analisei tablets, inclusive iPad. Pensei seriamente em comprar um Kindle; porém, todos os reviews dizem que ele não é o aparelho ideal para leitura de PDF’s, principalmente os PDF’s sem reconhecimento de caracter. E acabei decidindo pelo Flytouch 2.

Porque o Flytouch2 ? (more…)

Conhecendo os tablets da China

Publicado: fevereiro 13, 2011 em Android

Um pouco de história.

Embora o mercado começou a ser infestado pelos tablets chineses após o advento, tanto do iPad quando do Android como plataforma viável, a fabricação e venda dos mesmos não começou em 2010.

Existem várias frentes: fabricantes de GPS com Windows CE 5.0 iniciaram a venda de aparelhos um pouco maiores, sem o GPS. A fabricante SmartQ lançou aparelhos baseados nos tablets N8x0 da Nokia, inclusive utilizando como sistema operacional alternativo o MER. Outros fabricantes obscuros, lançavam netbooks a menos de 100 dólares, utilizando telas de 7″ fabricadas para os EEE (que não estavam mais sendo utilizadas) e Windows CE, licenciados ou não.

Até que surgiu o iPad e o Android.

Com a chegada o iPad, e a crescente demanda, os chineses não bobearam, e iniciaram os lançamentos de seus tablets. As primeiras versões, ainda utilizando as mesmas telas disponíveis dos Asus EEE de primeira geração, e seus clones, que foram fabricadas mas não utilizadas. Como plataforma, eram utilizados os chips da VIA, os WM8505 ou seu irmão VT8500, extremamente ultrapassados, que eram utilizados em GPS. Com o tempo, tudo foi melhorando: o acabamento, a qualidade da tela, a velocidade de processamento, a quantidade de memória. Alguns tablets atuais vêm com o chip Samsung S5PV210, praticamente o mesmo chip que equipa os iPad, 512MB de RAM, telas capacitivas.

Os primeiros tablets utilizavam os chips WM8505. O tablet símbolo desta geração foi o Eken M001, este ao lado da foto. A maioria dos tablets com este chip eram montados com tela de 7″, 2GB de memória internos (mas nem toda esta memória é disponível para a instalação de programas), 128 MB de RAM. Existem outras configurações, com uma maior quantidade de RAM (256) e também telas maiores, porém sempre resistivas. O desempenho destes tablets, com as ROM’s oficiais, não é muito bom. Porém, como eles foram os primeiros a surgirem no mercado, existe uma boa base de programadores trabalhando em conjunto para a melhoria do sistema. Hoje, existem ROM’s melhores, inclusive com o Debian sendo portado para o aparelho.

A segunda geração de tablets utiliza o chip Rockpad R2808A. Este processador têm o clock em 600MHz, e também um DSP para vídeo de 500MHz. Resultado: este tablet tinha um desempenho relativamente aceitável. Após as primeiras versões saírem com 128MB de RAM e Android 1.5, a maioria das novas versões vêm com 256MB de RAM, Android 2.1 e, em alguns modelos, até o Market oficial da Google funcionando! O primeiro aparelho desta geração ficou conhecido como Apad. O maior problema em comprar um, são os clones deste aparelho que vêm com o chip VIA WM8505 ou VT8500, inferiores em desempenho. E, não existe uma maneira confiável de se precaver para não comprar um aparelho com processador inferior: a própria fabricante oficial colocou vários clones com o processador VIA no mercado!

O terceiro da lista possui um processador de respeito. Com um processador Texas OMAP 3530, que é nada mais que um ARM Cortex A8 (o mesmo conjunto de instruções do processador do iPad), com uma GPU integrada Power VR, os tablets com este processador possuem um alto poder de processamento. O tablet da foto é um Nationite MIDnite, um ótimo tablet: 256MB de RAM, bateria removível, GPS e Bluetooth (um dos únicos tablets chineses a ter os dois !). Este seria um ótimo carputer; porém, de acordo com as comunidades ativas sobre tablets chineses, o firmware contém muitos bugs, o que acaba tirando um pouco do brilho do tablet. Praticamente, são encontrados tablets com este processador das marcas Herotab e Nationite, o que ajuda na hora da compra.

O próximo processador pode vir com clocks de até 1GHz, é um ARM 11, da marca chinesa Infotmic, modelo X210. Os dois aparelhos, que estão aí ao lado, são o Flytouch 2 (o que está acima) e o Zenithink ZT-180. Os dois têm tela de 10 polegadas, mas o Flytouch têm duas expansões para cartões micro SD, saída HDMI, entrada de rede RJ-45, GPS com antena externa, vibração, duas USB (podendo ser ligados mouse e teclado), e saída de áudio. Praticamente completo, faltando somente bluetooth para ser praticamente perfeito para carputer. A companhia que fabrica o Flytouch, aparentemente, é uma das mais sérias entre as fabricantes de tablets chineses, pois já disponibilizou várias melhorias de software em seu site, e também realizou melhorias no hardware do mesmo, como a tela, que foi recentemente trocada e os modelos atuais possuem uma tela com um melhor brilho e uma maior resistência a riscos.

Temos este modelo ao lado, que utiliza um processador Marvell PXA166. Este processador, embora tenha um clock alto, possui somente o conjunto de instruções ARM 5, portanto não é indicado para reprodução de vídeos pesados (720p nele, por exemplo, rodaria muito mal, pois toda a decodificação seria feita por software, ao contrário dos ARM´s maiores, onde contêm as instruções de decodificação no próprio processador). Porém, este é praticamente uma jóia entre os tablets chineses: alta duração de bateria, tela de 7 polegadas muito brilhante, um design ótimo (os furos para a ventilação do processador são em formato do boneco do Android, ótima sacada), e possui GPS e bluetooth. Caso a finalidade do tablet não seja para ver filmes pesados, este pode ser uma ótima pedida. Seu firmware é um dos mais estáveis, quase não sendo relatados bugs pela sua comunidade. Já vêm com o Android 2.2, o que é outra vantagem, pois todos os outros tablets vêem com Android 2.1 para baixo.

Recentemente, começaram a aparecer tablets com o chip da Motorola Freescale iMX515, que também são Cortex A8, e com 512 MB de RAM, o que rivaliza com os iPads e com os Galaxy Tabs. Porém, o preço também rivaliza, sendo vendidos na faixa de 300 a 400 dólares. A qualidade têm um preço.

E os sites para a compra? Bem, em relação a tablets, não recomendo o praticamente onipresente Dealextreme: eles raramente citam o nome do fabricante, vendem vários clones e, em geral, não dão uma boa assistência para tablets. Sites como o Merimobiles, Lightinthebox e o MP4Nation são mais recomendados pelos diversos fóruns de tablets com Android. Falando em fóruns, os três com maior movimento que eu conheço são o Slatedroid, o Androidtablets e, claro, o XDA Developers, com a sua seção para alguns tablets, onde ocorrem discussões e a criação de firmwares modificadas, com muitas melhorias. Estes lugares podem ajudar, e muito, a fazer a escolha por um tablet chinês, e depois não se decepcionar por isso.

Dica: não comprem um tablet que acabou de ser lançado, esperem uma comunidade se formar em torno dele. Normalmente, os early adopters  de aparelhos chineses são os que irão lidar com milhares de bugs e hardware defeituoso: e, com o preço do frete e o pagamento da taxa de importação (praticamente todos os tablets são taxados!), caso seu aparelho dê defeito, provavelmente não irá valer a pena mandá-lo para a troca na China. Meu tablet comprado na Dealextreme que o diga.