N900 – Minha opinião

Agosto 30, 2009

*Nota – Eu não vou ficar falando de Specs, ou mesmo que ele foi lançado. Isso já está em todos os blogs, então eu vou dizer a minha opinião, baseado em experiências com o N800 e aparelhos Symbian.

Finalmente a Nokia anuncia o N900. Com o lançamento mundial, em mercados específicos, em 2 de setembro, este aparelho causou um frenesi geral: pessoas acreditam que ele será um verdadeiro iPhone Killer, outras pessoas ficaram impressionadas com os vídeos, etc. Então vou falar um pouquinho sobre o mesmo.

Primeiro, ele utilizará o Maemo, o mesmo SO utilizado nos N800 e 810. Porém, será uma versão atualizada, o Maemo 5, que utilizará GTK/QT na interface gráfica e roda baseado no excelente hardware desse aparelho. A maioria dos programas atuais dos repositórios serão compatíveis, porém, os novos programas não serão compatíveis com o OS 2008 (Diablo). Aos donos de N8×0, resta a esperança que o sistema aberto Mer se desenvolva, pois ele almeja dar compatibilidade a estes programas no hardware antigo.

A Nokia criou uma nova página para divulgar o N900 e a nova versão do Maemo: http://maemo.nokia.com. Nesta página, tudo o que vemos são aplicações para o N900, e nenhuma citação sobre o sistema antigo. Mas ele está lá: o browser, não se parece muito bom o beta Fennec, a versão Firefox de bolso (e que rodava lindamente lento em sua primeira versão para Maemo?) E o Media Player, não é idêntico ao Canola, porém com uma interface mais trabalhada? E o calendário, não parece familiar, por exemplo, ao Seqretary ? Sim, a verdade é que nós, usuários do N8×0, desenvolvemos este sistema operacional para a Nokia. Seria justo que ela nos desse um desconto (troque seu N8×0 por um N900) ;) .

Vejam esta imagem: mostra o cliente Mauku, que é o cliente utilizado para conectarmos em redes de micro-blogging, como o Twitter. O N800 tem isto, certo? Mas um detalhe importante: a versão atual para tablets é 0.6.2 . Quem o utiliza sabe que, um dos seus grandes problemas, é que ele não mostra quase nada da sua timeline. Portanto, se você ficar umas duas horas sem abrir ele, já corre o risco de perder uma mensagem importante. Esta versão para o N900 é a 2.0 ! Quer dizer que nós, donos de N8×0, não temos nem a versão 1 e ficaremos assim, pra sempre ? (não imagino que alguém irá desenvolver para os tablets daqui pra frente).

Eu adoro meu tablet e este aparelho é um sério candidato à compra. A muito tempo que não me empolgo com um aparelho como este. Ainda mais com o recente anúncio da Nokia/Microsoft, de portar o Office para os Nokias. Será que veremos um N900 com um Office ? Se sim, este se torna o meu gadget dos sonhos. Porém, fica aquele gostinho amargo: mesmo sabendo que era datado, comprei meu N800 no início do ano, e suas possibilidades de expansão ficaram comprometidas. Pelo jeito, logo irei ganhar um ótimo aparelho celular (N900) e um ótimo porta-retratos digital (N800).

E o frenesi todo em volta dele ? O que eu penso, é que a Nokia, em sua constante americanização (sim, ela está se voltando ao mercado americano para combater a RIM e a Apple no segmento de high-end smartphones, é só ver os seus últimos atos) acertou belamente com alguns aparelhos (como o 5800) e errou em outros (como o N97). O N900 pode ser novo para os usuários de smartphones, mas, desde o dia em que comprei o meu N800, seus rumores, e a preparação do novo SO já estavam em andamento. Exemplo: existia um ótimo fórum, chamado Internet Tablet Talk. Em março deste ano, ele foi incorporado à pagina do Maemo, na forma do talk.maemo.org .  Coincidência? Não. Foi uma jogada esperta da Nokia: trazer os desenvolvedores para o seu lado, para assim, lançar uma plataforma realmente revolucionária. Também tivemos um boom recente de aplicativos para o Maemo: no dia em que eu comprei o meu, o número de aplicativos disponíveis era de 233. Hoje, são mais de 600! Silenciosamente, a Nokia estimulou a criação de aplicativos, testou os mesmos na base existente, aproveitou a opinião dos usuários do fórum, agora sob seu domínio; e, como o N8×0 é um dispositivo um pouco underground, não sendo propriamente da mainstream, os seus usuários têm um conhecimento acima da média de um usuário de telefone comum. Com os dados todos à disposição, com informações detalhadas sobre o desenvolvimento, problemas, comparação da usabilidade com outros dispositivos, ficou fácil para a Nokia: ela se concentrou em fazer o que ela sabe fazer muito bem (telefone) que a base instalada de usuários fêz o que ela não tinha de melhor (o sistema operacional. O Symbian nunca foi da Nokia, lembrem-se disso ;) ). Como uma devolução, a empresa apóia o grupo de desenvolvimento do Mer, para que os usuários de tablets ainda tenham uma opção de SO novo. Mas eu ainda preferia a parte da troca do seu tablet por um desconto no novo ;)

Um pitaco: acredito que o Brasil está na lista dos países do lançamento do N900, por causa da desova dos N810 por aqui.

E pitaco final: Todos vão se surpreender com o N900. Lembram-se do boom do N800 ? Ele foi abandonado por muita gente por um motivo simples: não tinha telefone. Agora, com toda a gama de softs realmente úteis, as empresas desenvolvendo para o aparelho (e, de quebra, para a Ovi Store), e finalmente, um telefone, os MIDs têm tudo para andar no bolso de muita gente que, hoje, carrega um iPhone ou um Blackberry. Aguardem e verão !


Dingoo – Duas semanas de uso

Agosto 25, 2009

Duas semanas de uso intensivo, e já tenho uma boa opinião sobre o Dingoo.

Bem, um pouco de informação: neste gadget, temos duas opções distintas de sistemas operacionais. No firmware original, temos alguns emuladores, alguns jogos nativos, tocador de música, vídeo, rádio FM, leitor de TXT, e o TV-Out. Com um pequeno hack, instalamos um dualboot, que boota um sistema Linux adaptado para ele (o Dingux), que possui ótimos emuladores de sistemas 16-bits (os famosíssimos Mega Drive e Super Nintendo), alguns jogos do Linux que foram portados (inclusive o maravilhoso UrQuan Masters), e engines para jogos como Doom e Duke Nukem 3D (aliás, existe a limitação dos botões mas … Duke na tela do Dingoo fica excelente!).

No momento da compra, eu já conhecia todas as possibilidades. Porém, o boom de emuladores lançados para os dois sistemas (tanto o firmware original quanto o Dingux) e jogos foi assustador. Existem duas comunidades ativas: a americana e a francesa. Enquanto a parte americana se concentra nos fóruns já conhecidos de homebrew (DCEmu, Gp2X Forum, e o A320 Fórum, especializado no Dingoo), a cena francesa, liderada pelo coder de nick Alexmaul, cria emuladores para o sistema nativo.

Bem, e a minha opinião? Eu comprei sabendo exatamente o que viria: um sistema que emula alguns sistemas com perfeição, e outros nem tanto. Meu intuito número 1, era jogar Final Fight em um portátil. Bem, este jogo em especial fica um pouco lento! Jogável, mas mais lento que o original. Mas de beat´n´ups de CPS-1 (beat´n´up é aquele tipo de jogo que saímos batendo em tudo e em todos, 1 ou dois jogadores em modo cooperativo), o Cadillacs and Dinossaurs, o The Punisher e o Captain Commando estão 100% jogáveis. Mas dá pra jogar Final Fight no emulador do GBA; este sendo o melhor emulador do sistema! 90% dos jogos de GBA rodam sem problemas, e, este sendo um sistema relativamente novo E portátil, posso dizer que os melhores jogos estão aqui.

O firmware original também emula muito bem Neo Geo, e é muito bom jogar Metal Slug em qualquer lugar. King Of Fighters roda muito bem, mas eu nunca fui um bom jogador com direcional em cruz! Quem sabe se eu adaptar um direcional nele ;)

Jogos de luta da Capcom, tanto CPS-1 e 2 ficam lentos. Jogos de nave da CPS-1 ficam bons, já da CPS-2 ficam lentos (uma pena, pois ver a tela cheia de tiros do Mars Matrix com a resolução dele é algo muito belo graficamente!). O emulador de Mega Drive quanto o do SNes eu não recomendo. Só para o jogo de RPG´s. O emulador do Nintendinho é muito bom (mas NÃO RODA BATTLETOADS bem!!!) e o último do Master System, feito pelo AlexMaul, roda muito bem e o som, digamos, 80% (têm uns chiados).

Os jogos que vieram com o aparelho, eu mal testei. Existe um em destaque, chamado 7 Days Salvation, conhecido do Symbian. É um survival horror, que bebe na fonte de Alone in the Dark e Resident Evil. É o melhor jogo em questão.

Já para o Dingux, bem … Mega Drive perfeito, Snes praticamente perfeito (só não emula os jogos com chips especiais, embora estes sejam os preferidos da galera, é compreensível), jogos do MAME (os antigos, mas jogar Vendetta nele é INCRÍVEL!), Doom, Duke Nukem 3D, e UrQuan Masters … (irei fazer um vídeo desse jogo, para quem é viciado em RPG e temas espaciais, este é o jogo!) … bem, para quem gosta deste tipo de jogo, compre! O custo benefício é infinitamente melhor que o PSP.

Para quem quer uma central de entretenimento, embora ele rode vídeos sem necessitar de conversão, tenha TV-Out e rode RMVB, acredito que um PSP seja ainda melhor. Não que ele não seja bom, mas, assistir filmes em uma tela de 2.8′ não é a melhor opção do mundo. Mas o fato de poder baixar filmes e assistir na TV com um aparelho do tamanho dele até pode compensar.

Por ultimo, a autonomia: comigo dura entre 5 e 6 horas. O Dingux gasta mais bateria, por funcionar no cartão. Relatos na internet que, com brilho do display no mínimo e emuladores sem som, dá pra se jogar 12 horas. Mas, cá pra nós, jogar dessa maneira nem vale muito a pena ;)

Enfim, meu veredito: se você concorda com as limitações, quer um dispositivo barato e é fã de 8/16 bits, compre sem pestanejar!

Nota: o amigo Alessandro, do N Possibilidades, acaba de ganhar mais um membro na família, um pimpolho que irá desde cedo ser um gadgeteiro assim como nós ;) . Alessandro, parabéns! Este é o momento que define a vida de um homem, espero que seu filho cresça com saúde e seja uma pessoa diferenciada, assim como você. Felicidades!


Quando chega a hora de parar …

Agosto 24, 2009

… De comprar gadgets!
Porque temos tantos gadgets? Com certeza não é exclusivamente para suprir as nossas necessidades: embora eles auxiliem, e muito, o nosso cotidiano, normalmente já desempenhávamos as tarefas sem eles. Muitas vezes, eles suprem necessidades que eles mesmo criaram!
Muitas vezes compramos gadgets por um algo perigoso, chamado tecnodependencia. Por estar imerso em um mundo de tecnologia, o resultado final é uma pessoa que precisa estar em contato com tecnologia a todos os momentos. Isso é amplificado com o uso dos recursos da web 2.0: pessoas compram smartphones somente para estarem conectadas em suas redes sociais e clientes de mensagens instantâneas. Isto é uma doença, como o alcoolismo e deve ser tratado como tal; esperem, nos próximos anos, uma proliferação de encontros de tecnodependentes anônimos ou dependentes de internet. Essa questão é mais seria do que sr imagina: procurem pelo termo hikkimori na Wikipedia, para ter uma imagem melhor do problema.
Outra causa muito comum é a necessidade de ser sempre o pioneiro. Isso traz vantagens e desvantagens: num mundo competitivo, quem trabalhar melhor a informação está sempre a frente; logo, aquele que utiliza o gadget efetivamente está ganhando tempo em relação aos concorrentes. Porém, todo pioneiro paga o preço da tecnologia: quando comprei meu netbook, paguei mil reais numa tela de 7″ e processador Via- M (horrível!). Seis meses depois, este dinheiro me compraria um netbook com tela de 10.2″ e um HD de 80Gb. Eu paguei pelo pioneirismo, e acabei com um hardware que foi tornado obsoleto rapidamente.
Hoje, eu penso muito bem antes de comprar um novo equipamento. Com os equipamentos atuais, sinto que estou bem tranquilo quanto a usabilidade. O N800, extremamente obsoleto, continua possuindo uma tela de 4.1″ ótima para a leitura dd pdf’s (e que o iPod não substitui!). O N95, grande e ultrapassado (e sem tela touch) continua tendo milhares de aplicativos, uma câmera de 5 Mp, suficiente para tirar fotos de livros e o E71 continua tendo o melhor teclado Qwerty de um dispositivo móvel que eu já utilizei! Por fim, uma dica: aquele sentimento de satisfação que temos ao comprar um gadget novo, também se manifesta ao descobrir novas utilizações para os gadgets velhos! Portanto, vamos todos utilizar bem a nossa capacidade criativa antes de sairmos por aí comprando novos equipamentos. A natureza e nossos bolsos agradecem ;)


Kit aula – 3 dias e já cumprindo seu papel!

Agosto 20, 2009

Welcome back! Estou passando por um momento delicado na vida, mas a vontade de blogar não acaba! Então estou por aqui.
Meu kit aula, em relação a equipamentos, seria o N95 e o N800, em período de testes. E, até agora, eles têm se saído muito bem! Aqui vão os motivos:

    O N95 é um ótimo player de música, e a qualidade do som é quase tão boa quanto ao iPod. E posso utilizar os fones do mesmo (impossível no E71).
    Fotos: a câmera do N95 é ótima e quebra um galho enorme quando preciso de documentos. Tirei algumas fotos de páginas de um livro, e a consulta posterior das mesmas foi tranquila.
    O N800 fazer tethering por bluetooth é uma mão na roda e deixa o iPod comendo poeira.
    Ele pode gerenciar o cartão SD da calculadora, evitando a necessidade do netbook. E o emulador de hp 42s, mais o traçador de gráficos deixam o uso da calculadora restrito para a época de provas, preservando a mesma.
    Por fim, é um ótimo leitor de pdf, e o Xournal permitindo anotações, economizo papel e a natureza ;)

Por fim, estou realmente contente om esse par, e talvez só um N900 pra fazer eu abrir mão. E gostaria de dicas para expandir ainda mais a usabilidade!


Saudosismo …

Agosto 14, 2009

Vemos como estamos envelhecendo quando começamos a ter saudade do que já passou. Eu tenho saudade do prompt do DOS ! ;)

Nos idos de 90  meu pai comprou o primeiro computador pessoal de nossa família, um PC AT 386 DX 40MHz, com 4 MB de RAM, um HD de 210 Mb e um monitor monocromático. Um assombro para a época. Mas um pente de memória queimou, e nesse época, eles trabalhavam aos pares, portanto, fiquei com 2 megas de Ram por muito tempo.

Existiam alguns jogos que surpreendiam. Eu jogava muito jogos como Street Rod, Stunts, Chuck Yeager Air Combat, Wolfestein, Street Fighter II (todo zoneado inclusive, parecia o famoso da rodoviária!). Só que nessa época, a memória RAM era bem limitada. Os PC´s XT e AT 286 tinham, no máximo, 640kb de RAM. O DOS, sistema operacional, ficava carregado nelas. Após isto, alguns 286´s evoluíram, podendo ter maior quantidade de memória. Para manter a compatibilidade, a memória a partir dos 640kb era tratada como memória alta, e existiam instruções especiais para o sistema operacional de como utilizá-las. (a famosa frase “O DOS está carregando o HIMEM.SYS” vem daí – High Memory!). Só que os jogos mais modernos, contavam com um gerenciador de memória próprio, chamado DOS/4GW que também tinha que ser carregado na memória baixa, para liberar a alta. O que você tinha que fazer ? Editar todo o arquivo CONFIG.SYS na unha, ativar o himem e o EMM386, fazer o DOS carregar na memória extendida, liberar o máximo de memória possível carregando o mínimo de drivers. Só que os jogos mais antigos necessitavam de drivers, como um para o mouse. Mais trabalho manual: a melhor maneira era fazer um arquivo config.sys e o autoexec.bat com menus, para carregar a melhor configuração para cada uso. Uma para jogos antigos, uma para jogos mais modernos e outra para o Windows 3.1 ou 3.11 .

O mais legal é, que nessa época, eram poucos os usuários de PC, mas o conhecimento era maior. Na época, muita gente conhecia pelo menos alguns comandos básicos de linguagem de programação, os viciados em jogos, como eu, sabiam de cor os comandos para fazer um arquivo .ARJ ou .ZIP em vários disquetes (necessário para copiar os jogos e aplicativos) e editar, de forma básica, os arquivos autoexec.bat e config.sys . Em suma, éramos poucos usuários de PC, mas éramos interessados.

Esta época foi de sofrimento para minha família, pois ficamos muito tempo juntando grana para comprar esse PC. Meus pais se sacrificaram para que eu e minha irmã tivéssemos contato, desde novos, com computadores, pois eles enxergavam que isso seria algo necessário no futuro. Hoje, PC´s são parte do cotidiano, mas não era assim no início da década de 90.

Alguns anos depois e começa o contato inicial com a internet. O Netscape Navigator é o melhor navegador conhecido, e o IRC é onde você bate papo na internet. Aqui também inicia outra tendência: a dos emuladores. O difícil era encontrar as roms. Eu me lembro quando meu amigo utilizava a conexão do seu trabalho, e um drive ZIP para copiar uma rom do Neo Geo por dia! E a vantagem que a gente tinha, de ficar treinando no PC durante a semana (sim, eu já tinha joystick!) e jogar nos fliperamas no final de semana. Ah, e dava pra entender as conversas no mIRC, mesmo com economia de letras e acentos.

Até que eu conheço o Counter Strike e entro em férias digitais. Foram alguns 2 ou 3 anos, onde a minha utilização de computador era basicamente CS e Elifoot.

Até que volto a utilizar a internet. Vejo o tal do msn, o tal do orkut, um monte de fórum e blogs. A informação tá aí, fácil, pra todo mundo! Pensei, finalmente, hoje (2004), a informação tá aí pra todo mundo, é só entrar no Google!

Aí que me decepcionei. A informação tá lá, disponível para todos, realmente! Mas, onde está a vontade de todos ?

Roms de emuladores: na década de 90, era difícil achá-las. A melhor maneira era encontrar no IRC, em canais e, principalmente, na EFNet. Mesmo assim, era tudo fora do padrão. Hoje, existem ferramentas como o GoodROM, e romsets preparadas. E o que nós vemos ? “Meuw, passa o end de onde baixa a rom. Valeuw” E é isso. As pessoas têm preguiça de entrar no Google, e digitar o nome da rom desejada e o sistema!

Existem muita coisa que é necessário um par de “cojones” para fazer. Normalmente, os desbravadores abrem o caminho para os novatos. E isso é normal, existem os que inventam, os que testam, e depois a comunidade usufruir. Isso eu acho normal e saudável. Algumas dúvidas, também, o cara já foi atrás pra resolver. Mas hoje eu fiquei desmotivadíssimo: entrei no site do Ramalho, estava vendo alguns tópicos. Eu vejo que, para cada post dele, têm 50 comentários no mínimo. 3 ou 4 com dúvidas legítimas, de pessoas que foram atrás pra resolver e não conseguiram. As outras ? Bem, são pessoas que nem leram o que ele acaba de escrever, pois todas as respostas estão no texto! E isso desperta o sentimento de saudade … Saudade daquele tempo onde a informação era escassa, por isso, as pessoas realmente corriam atrás e se interessavam. Hoje, com tanta informação por aí, as pessoas perderam a motivação para resolver as coisas …

Afinal, sempre têm alguém pra responder para elas.